O cheiro de café em suas mãos inebriava os pensamentos, invadia docemente as narinas e aflorava até os anseios mais adormecidos. Seu gosto era peculiar! Parecia que sempre precisaria de mais uma colherada de açúcar pra está no ponto. Seu toque era quente! Daquele que arrepia e gela antes de queimar. Sua fala era suave! […]

O telefone tocou. Alguém chorava do outro lado. Não fazia ideia de quem. Há meses falava apenas o costumeiro “Bom dia!” com quem me aparecesse no elevador, e até essa expressão de educação forçada queria liquidar.  A pessoa perguntou por um nome desconhecido, tentei dizer que era engano, mas não me foi dado tempo. Nomes, […]