Não há mais brilho

Gostava de olhar o céu à noite. Na verdade, gostava daqueles pontinhos brilhantes e solitários que mais tarde ensinaram-me a chamar de estrelas. Quando criança deitava-me na calçada e as observava por horas com a típica admiração infantil. Não existia nada mais divertido e/ou interessante. Havia algo nelas que prendia a minha atenção de tal […]