Já paraste pra olhar o céu? O jeito que as nuvens se fundem e desfazem-se em total sintonia? É lindo! Eu costumava querer ser nuvem e desfazer-me em pássaros e fundir-me ao vento. Porém, descobrir o mar. Já reparaste no jeito em que as ondas quebram na praia e depois voltam ao fundo do mar e tranquilas refazem-se? É inspirador! Então, passei a querer ser mar, na verdade, ser onda. Quebrei-me e refiz-me diversas vezes até perceber que nem todos nasceram fortes o suficiente. Por fim, quis ser águia! Já percebeste o quanto são perfeitas? Voar é libertador! Sobrevoei as nuvens, cortei o vento e molhei minhas asas nas ondas. E nunca, durante todo meu ser ave desejei ser outro ser. Nunca mais mar, nunca mais céu, conseguir voar! Já reparaste o quanto é incrível? Quando conseguir ver, não desejará ser mais nada. E então, o vento estará soprando em seu rosto e lhe sussurrando que já achaste o que passaste a vida a procurar.

Por: Rose Bonifácio.

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